#OpiniãoOver: Stranger Things parece um conto do Stephen King dirigido pelo Spielberg - Overdrivers
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#OpiniãoOver: Stranger Things parece um conto do Stephen King dirigido pelo Spielberg

Estava ansioso para saber o que seria a nova série de mistério da Netflix, “Stranger Things“. Tudo o que havia visto de trailers e informações me deixou bastante curioso. A série conta a história do misterioso desaparecimento de um menino em uma cidadezinha de interior dos EUA, onde há um complexo, supostamente do governo, que realiza experiências com humanos nos anos 80. É tudo o que eu quero!

Recém estreada, no dia 15 de julho, aproveitei o fim de semana chuvoso aqui em Sampa e devorei a série inteira. Não me decepcionei. Aliás, me surpreendi, pois toda a direção dos Irmãos Duffer, puxa a textura de planos e filtros exatamente iguais aos resultados daquelas fitas de videocassete, alugadas na locadora, e projetadas na TV de tubo. Há um filtro bastante “Instagram 80” que parece que te leva diretamente para o passado, como se estivéssemos assistindo a “De Volta para o Futuro” na antiga TV. É nostálgico e moderno.

A história tem em seus personagens principais um grupo de 3 garotos (com referências totais de “Goonies” e ” Conta Comigo“), que buscam encontrar o amigo desaparecido. A mãe do menino é vivida por Winona Ryder, e há um policial que a assiste na procura pelo filho. Durante os 8 episódios de estréia encontramos referências à cultura pop e filmes dos anos 80. O poster de “O Enigma Do Outro Mundo“, as bicicletas de “E.T. O Extraterrestre“, os brinquedos e citações de “Star Wars”, um policial lendo um livro do Stephen King,…enfim, foi feita para os quarentões nostálgicos que são viciados no Netflix, e para os alternativos “geeks” apaixonados pelo clima cult e retrô dos filmes lúdicos oitentistas. Aonde me coloco perfeitamente.

Há ainda aqueles personagens alternativos, como a menina com o nome de “011” e um ser que não se sabe ainda o que é, se é um extraterrestre, se é algo de outra dimensão, ou alguma aberração criada pela raça humana. Talvez não precisemos desta informação, né?

Como disse no título deste post, a série parece um conto de Stephen King com uma linguagem bastante parecida com filmes do Spielberg. Achei uma série leve, e por vezes até engraçada, afinal, o grupo dos 3 meninos são carismáticos e “figuras”. “Stranger Things” me levou a uma viagem no tempo. Nada de novo. Apenas uma visitação nos meus bons bancos de memória, porém, pode por isto mesmo, em pleno 2016, refletir modernidade para alguns.

Abaixo, o trailer:

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About Rodrigo Pulga Joe

Cantor, compositor, entertainer e diretor de arte. Um devorador de filmes, séries, shows, músicas e baladas. Ah! Desce mais uma dose de cultura pop, please! Álbuns - Pulga Joe: www.youtube.com/pulgajoe View all posts by Rodrigo Pulga Joe
 

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