Filme – “Rock Of Ages” (2012) – Tom Cruise quer saber: você gosta de Rock, ou você gosta de “Glee”?
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Filme – “Rock Of Ages” (2012) – Tom Cruise quer saber: você gosta de Rock, ou você gosta de “Glee”?

Hello Overdrivers!
Nada contra quem gosta da série “teenager” musical, “Glee”, mas Rock é Rock, e “Glee” é “Glee”. Não é a toa que a banda de rock “Kings Of Leon” não liberou suas músicas para o seriado adolescente. Para se fazer um musical em que o tema é Rock, tem que ter uma raiz que sobra nesta onda de som: ATITUDE.

Há uns meses atrás, estava numa ansiedade incrível para assistir o filme “Rock Of Ages”, no qual, o astro Tom Cruise, atua e assina a produção. A película, é uma homenagem a uma corrente que conquistou seu espaço no cenário musical mundial nos anos 80. O Hard Rock Americano.

O filme (inteiramente cantado), tem uma trilha sonora com canções sensacionais de artistas como, “Guns And Roses”, “Pat Benatar”, “Foreigner”, “Whitesnake”, “Bon Jovi”, “Poison”, “Scorpions”, “Def Leppard”, “Twisted Sister”, entre outros, mas peca nos arranjos musicais, na escolha dos atores principais, e nas respectivas atuações com a voz para interpretar estes sucessos. Ficou raso.

Para não dizer que estou sendo preconceituoso, cito uma série de musicais que contém canções de rock, com as mais variadas leituras e que fazem bater mais forte o coração de um rockeiro. Entre eles, “Moulin Rouge”, “The Rocky Horror Picture Show”, “Pink Floyd – The Wall”, “Tommy”, “O Fantasma do Paraíso”, “Jesus Christ Superstar”, “Hair” e “Across The Universe” (que contém inteiramente canções dos Beatles).

O roteiro é sobre uma história de amor entre dois adolescentes que sonham em virar astros do rock. Estes, são fãs da banda “Arsenal”, que tem como vocalista o astro Tom Cruise (interpretando com muita canastrice um personagem inspirado em Axl Rose). Tudo é extremamente superficial. As interpretações, a produção e as vozes escolhidas. Mas o que mais transforma “Rock Of Ages” num filme fake é a dessincronização entre os lábios e a música no momento das canções. Deixa a desejar. Claro, que com tantas músicas queridas, em um, ou outro momento você ficará feliz.

As únicas coisas realmente boas do filme são, a nostalgia que sentimos ao ouvir estas músicas, e a presença exuberante e profissionalíssima da já experiente em musicais, Catherine Zeta-Jones (vide o musical premiado “Chicago”). A cada vez que ela aparece em cena, não dá para deixar de notar que está quilometros a frente no quesito “atuação em musicais” em relação aos seus companheiros. O pior de tudo, é que pela quantidade de material que este segmento dos anos 80 nos deixou, este filme poderia ser bem melhor.

Bom, se você gosta de “Glee”, ou de Rock, no fim das contas, tanto faz. Segue uma “palhinha” do Tom Cruise no melhor estilo “Cantor Daniel” para o desespero daqueles que batem cabeça:
http://www.youtube.com/watch?v=8sLO5ubEgp0

P.S. – Não posso deixar de dizer que gosto de quase toda a filmografia do “Brother Tom”. Portanto, se você concorda comigo, fique com “Jerry Macguire – A Hora da Virada”, “O Último Samurai”, As “Missões Impossíveis”, “Minority Report”, “Dias De Trovão”, entre outros.

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About Rodrigo Pulga Joe

Cantor, compositor, entertainer e diretor de arte. Um devorador de filmes, séries, shows, músicas e baladas. Ah! Desce mais uma dose de cultura pop, please! Álbuns - Pulga Joe: www.youtube.com/pulgajoe View all posts by Rodrigo Pulga Joe
 

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